07/09/2016

Unesco: Brasil não vê educação como instrumento de qualificação de vida



Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil

          A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) lançou hoje (5) o Relatório de Monitoramento Global da Educação 2016, com o tema Educação para as Pessoas e o Planeta: criar futuros sustentáveis para todos.
Segundo o estudo, é preciso mudar a maneira como a educação é pensada, pois ela, muito além de apenas transferir conhecimentos, tem a responsabilidade de fomentar os tipos certos de habilidades, atitudes e comportamentos que levarão ao crescimento sustentável e inclusivo.
            De acordo com a coordenadora de Educação da Unesco no Brasil, Rebeca Otero, o Brasil é claramente um país que precisa repensar esse papel da educação. “No Brasil, vemos mais uma educação focada em determinados conteúdos, no Enem [Exame Nacional do Ensino Médio] e na prova de entrada da universidade, e os currículos pautados apenas pelos livros didáticos. Não se vê a educação como esse instrumento de qualificação da vida das pessoas”, disse.
          Ela explicou que a educação deve ser baseada em quatro pilares: aprender a conhecer, a fazer, a ser e a viver juntos. “É bastante importante que seja assim porque, nesse sentido, as pessoas ganham autonomia, podem aprender e se desenvolver”, disse. “Projetos que dizem respeito a não ter uma discussão em termos de troca de ideia, que não promovam a autonomia de pensamento, não pode ser educação. É fundamental que haja liberdade, que as pessoas exponham suas ideias e que sejam respeitadas”, completou.
     O relatório da Unesco indica que o acesso amplo e igualitário à educação de boa qualidade ajuda a manter práticas e instituições democráticas. Além disso, níveis melhores de alfabetização responderam pela metade das transições para regimes democráticos entre 1870 e 2000.

Desenvolvimento sustentável
          O relatório da Unesco vai monitorar o objetivo global de educação da Agenda de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. A Agenda 2030 traz os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o plano de ação e as 169 metas prioritárias que devem ser alcançadas pelos países-membros da Organização das Nações Unidas (ONU) até 2030.
     A nova agenda, segundo Otero, traz a relação a ser alcançada para o desenvolvimento sustentável, a preservação do planeta e a qualidade de vida das pessoas, e coloca a educação como carro-chefe para alcançar todos os outros objetivos.
     Segundo o estudo, nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, quase 40% dos estudantes de 15 anos de idade têm apenas conhecimentos básicos sobre temas ambientais; no Brasil, Uruguai, México e na Argentina, esse índice sobe para mais de 60%. Segundo Otero, são conhecimentos dos aspectos de preservação do planeta, de reciclagem de materiais, não poluição, atitudes que levam as pessoas a preservar um pouco mais.
             “A questão ambiental e de desenvolvimento sustentável é uma agenda positiva e deve ser inserida nos currículos”, disse Otero, frisando que o Brasil conta experiências nesse sentido, iniciativas específicas de municípios, mas ainda não tem uma política pública nacional relacionada ao desenvolvimento sustentável. “Por exemplo, será que nossos jovens estudantes estão atentos ao desmatamento e as consequências que isso traz para a própria vida? A educação tem que começar a evoluir para além do seu escopo e nessa nova agenda isso vai ser bem pautado”, disse.

Escolas devem auxiliar alunos
           O relatório da Unesco lançado hoje diz que as escolas devem ajudar os alunos a entender determinado problema ambiental, suas consequências e os tipos de ação necessários para combatê-lo.
Segundo o estudo, o tema tem sido cada vez mais incorporado ao currículo escolar formal; análises de currículos de 78 países mostram que 55% usam o termo "ecologia" e 47% "educação ambiental".

Qualificação profissional
          Segundo o relatório, diferenças na qualidade do sistema educacional ajudam a explicar o "milagre" econômico do leste asiático e as "décadas perdidas" na América Latina.
          “Para que os países prosperem, é fundamental que haja investimento em educação secundária e terciária [ensino médio e superior] de qualidade. Se for para a educação continuar a conduzir o crescimento, ela deverá acompanhar a rápida mudança do mundo do trabalho”, diz o relatório, já que a tecnologia aumentou a demanda por trabalhadores “altamente” qualificados e diminuiu a demanda por trabalhos de habilidades intermediárias, que são mais facilmente automatizadas.
Entretanto, o relatório aponta que a maioria dos sistemas educacionais não acompanha a demanda do mercado e, até 2020, o mundo poderá ter um déficit de 40 milhões de trabalhadores com ensino superior e um excesso de 95 milhões de trabalhadores com níveis educacionais mais básicos.
          “A pobreza é, de longe, a maior barreira à educação. Entre jovens com idades entre 20 a 24 anos, em 101 países de renda baixa e média, os mais pobres têm, em média, cinco anos menos de escolarização do que os ricos; a lacuna é de 2,6 anos entre moradores de áreas urbanas e rurais e 1,1 entre mulheres e homens”, diz o relatório.
No caminho inverso, segundo a Unesco, a educação reduz a pobreza ao aumentar as chances de encontrar trabalhos decentes e salários adequados, além de ajudar a acabar com as lacunas salariais de gênero, status socioeconômico e pautadas em outras bases de discriminação.

Edição: Kleber Sampaio

04/09/2016

A volta dos que não foram


O PT se corrompeu? Sim!
O PT inventou a corrupção? Não!
Os corruptos petistas precisam de punição? SIM!
Mas... E os outros partidos "tradicionais"?
Sei que você, querido leitor, está se perguntando o porquê das perguntas, irei explicar. Acabo de ler uma nota do jornalista Lauro Jardim, famoso por dar notícias “quentes” dos bastidores da política, de que começa a ganhar corpo no Congresso, um projeto visando dar anistia para os crimes de caixa dois cometidos até as eleições de 2014. Tudo isso, claro, é muito suspeito, aliás, nem diria suspeito, acho que a melhor palavra seria previsível, tudo muito previsível. Estamos vivendo a volta dos velhos caciques ao poder, às vezes, acho tudo o que está acontecendo agora muito parecido com o início da década de 90, corrupção, impeachment, crises política e econômica, etc, etc e etc...
Voltando às perguntas iniciais, que o PT, ou mais propriamente seus filiados, se envolveu em atos e esquemas de corrupção, é inegável, porém, o que vejo no Brasil é uma caça às bruxas, contra o partido da estrelinha vermelha, como se fosse o inventor desse mal que assola o país, e não é verdade, o PT se corrompeu, mas não é, nem de longe, o mais corrupto do país, diria que é o mais perseguido. O Brasil e os brasileiros sofrem muito por causa da corrupção, e isso desde os mais remotos tempos coloniais, em outras palavras: há mais de 500 anos o Brasil é assolado pela corrupção. E o PT? O PT governou o país por 13 anos, e como qualquer um sabe, nesse período ocorreram também muitas coisas boas, logo o partido não pode ser considerado o “pai da corrupção”. Mas, quem são os responsáveis por “colar” a figura do “corrupto maior” no PT? A velha política e os partidos tradicionais, que não são melhores que o PT, porém. Vendem uma imagem de honestidade aos incautos.
Enquanto chovem denúncias de corrupção contra o PT, os partidos "tradicionais" engrossam a voz e fingem que são o suprassumo da ética e da honestidade. Vejo tantos jovens que se julgam informados dizerem que "sempre existiu corrupção, mas antigamente não era assim como hoje", como são jovens, não conhecem o Brasil anterior a era PT, por isso, e influenciados pelas mídias, acham que estão vendo e vivendo o pior do Brasil, que tudo isso é culpa do PT, mas, acredite, já foi pior e nessa época o PT ainda era “bonzinho”.
Uma coisa boa que temos hoje é que os grandes grupos de comunicação, em sua maioria opositora ao PT, denunciam os esquemas de corrupção, antes, porém, isso não acontecia, pelo menos não com a ênfase e importância de hoje. Eram divulgados apenas algumas notas sobre o caso e a grande massa sequer ficava a par do que acontecia. Muitos (ou a maioria) dos partidos e grupos tradicionais da política brasileira tem grande apoio das mídias e grupos de comunicação, então seus malfeitos são "abafados. Os grandes grupos midiáticos se encarregam para que os desvios éticos não sejam percebidos pela grande massa.
Hoje, tenho “uma leve desconfiança” de que podemos voltar aquele tempo, onde os desvios e escândalos dos amigos ou patrocinadores da imprensa ficavam no escuro, escondidos e esquecidos. Começo a ver no “grosso” da imprensa uma repentina calma, um dia desses estávamos no olho do furacão e de repente estamos vivendo uma calma assustadora. Será que o Brasil tomou jeito? Suspeito que não. Os políticos são como crianças, quando estão calados é porque estão aprontando alguma.
Diante dessa nota do Lauro Jardim me pergunto: Cadê os defensores da ética para bradarem contra esse projeto? A maioria não sabe que ele existe, e muitos só tomarão conhecimento dele quando for aprovado e virar lei. De agora em diante, cada vez mais se ouvirá o silêncio em relação às denúncias de corrupção, e cada vez mais o povo acreditará que tudo está bem, afinal, o que os olhos não veem, o coração não sente.
       Ah, para quem quiser conferir a nota, é só clicar aqui.

11/06/2016

Língua Portuguesa é o que mais reprova em processos seletivos

Pesquisa revela que “preguiça de ler” é apontada pelos jovens como a causa dos erros de Português

O Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube) realizou no mês de maio uma pesquisa para descobrir “Por que o Português ainda é o maior reprovador em processos seletivos?” Participaram jovens de 15 a 26 anos, que são os mais reprovados em processo seletivo. Muitos estudantes perdem boas oportunidades de inserção no mercado por não usarem corretamente o português.

Em entrevista ao Revista Brasil, a Coordenadora de Treinamentos Externos do Núcleo Brasileiro de Estágios (NUBE), Yolanda Brandão, falou sobre o assunto. Ela conta que o Núcleo Brasileiro de Estágios fez uma pesquisa com jovens perguntando qual é dificuldade deles no uso da língua portuguesa. E a maioria respondeu que tem preguiça de ler.

Segundo Yolanda, em 2014 foi feito um levantamento para entender o que mais reprovava as pessoas no processo seletivo e para surpresa, 40% das pessoas eram reprovados no teste ortográfico, que nada mais era do que um ditado. “É sim, uma falta de hábito de leitura com certeza, mas temos problemas mais complexos relacionados a isso. Temos falta de democratização do acesso à educação, à leitura, problemas com evasão escolar”, acrescenta.

Fonte: EBC

06/06/2016

Crianças passam menos tempo ao ar livre do que presidiários


56% das crianças passam uma hora ou menos brincando ao ar livre por dia.

A infância mudou e com isso os hábitos de pais e filhos também. Uma pesquisa encomendada pela marca OMO pesquisou a rotina de 12 mil famílias em dez países. O resultado: 56% das crianças passam uma hora ou menos brincando ao ar livre por dia. Isso é menos do que o tempo livre disponibilizado a muitos presidiários em cadeias de segurança máxima.

A descoberta foi tão intrigante que o criativo britânico Ken Robinson, junto com o Dr. Stuart Brown, foram até um presídio registrar o que os detentos acham disso. O vídeo deu origem à campanha “Liberte as crianças”.

Diariamente os presidiários da Prisão de Segurança Máxima de Wabash, em Indiana, EUA, são liberados de suas celas para passarem duas horas ao ar-livre. Neste tempo eles podem se exercitar, descansar ou simplesmente aproveitar o sol.

Quando indagados sobre a importância disso, os detentos disseram que o tempo é essencial para que eles consigam manter a mente sã. Eles e os funcionários da cadeia também foram questionados sobre o que aconteceria se esse tempo livre fosse reduzido para uma hora, ao que todos consideraram um possível desastre, que geraria raiva e torturaria os presidiários.

A surpresa no rosto deles veio quando o documentarista disse que esse é o tempo que a maior parte das crianças passa ao ar livre, mesmo quando elas têm muito mais oportunidades para aproveitar o mundo fora das quatro paredes. “Uau, isso é realmente depressivo”, disse um dos detentos.

A campanha, então, motiva pais, educadores e governos a libertarem as crianças, para que elas passem menos tempo presas às telas dos eletrônicos e aproveitem a infância livres.

O estudo

O estudo usado como base na campanha foi conduzido por Edelman Berland, agência independente de pesquisa de marketing, entre fevereiro e março de 2016 nos EUA, Brasil, Reino Unido, Turquia, Portugal, África do Sul, Vietnã, China, Indonésia e Índia

O resultado

Participaram da pesquisa mais de 12 mil pais de crianças entre 05 e 12 anos. Segundo a pesquisa, nos dez países participantes, 56% das crianças passa uma hora ou menos brincando ao ar livre. Uma em cada cinco crianças passa 30 minutos ou menos ao ar livre; e uma em cada dez nunca brinca ao ar livre. Em todos os países pesquisados, as crianças passam 50% a mais do seu tempo brincando em frente às telas dos eletrônicos do que ao ar livre.
Fonte: CicloVivo

05/06/2016

10 sinais de que a criança precisa de ajuda


A criança não se interessa por nada? Prefere ficar isolada? Reclama de dores? Tem medo de tudo? Este artigo da APAE DE SÃO PAULO mostra os principais sintomas que podem indicar deficiência intelectual ou transtornos sociais e psicológicos, que merecem atenção de pais e cuidadores.

Antes de qualquer coisa, é importante ressaltar que apenas uma equipe multidisciplinar (pediatra, pedagogo, psicólogo, fonoaudiólogo, assistente social, dentre outros) tem condições de avaliar e diagnosticar qualquer problema. Por isso, os itens abaixo são alertas para que pais e cuidadores procurem ajuda. Quanto antes o transtorno for detectado, maiores as possibilidades de dar à criança mais qualidade de vida.
1. Atraso no desenvolvimento
Atrasos significativos nos marcos do desenvolvimento infantil são sinais de que alguma coisa não está bem. Ouvir a queixa dos pais, observar a criança são atitudes essenciais para orientar as famílias. Quanto mais cedo acontecer a intervenção, maiores serão as oportunidades de resolver ou amenizar o problema.
2. Falta de interesse
As crianças são naturalmente curiosas e envolvidas. Aquelas que parecem alheias aos outros ou que antes brincavam e interagiam e, de repente, deixam de fazê-lo precisam ser avaliadas.
3. Isolamento familiar
Toda criança se afasta dos pais em algum momento. Mas quando esseafastamento é intenso ou repentino, sem motivo aparente, é melhor verificar o que está acontecendo, porque pode ser um sinal de depressão, de sofrimento emocional ou psíquico.
4. Falta de habilidades pré-acadêmicas
Algumas competências são essenciais para que a criança possa ser alfabetizada e consiga aprender os conceitos básicos de matemática. No entanto, se ela apresenta dificuldades como estas, no final da educação infantil, vale a pena consultar os profissionais da área.
  • Confusão no uso de palavras que indicam direção (dentro, fora, em cima/embaixo, direita/esquerda)
  • Dificuldade de coordenação motora grossa (tropeça, colide com objetos, cai muito)
  • Dificuldade de coordenação motora fina (não pega corretamente o lápis, não sabe usar a tesoura)
  • Dificuldade para reconhecer cores, números e letras
  • Dificuldade de associar letras a sons
  • Dificuldade com sequências (1,2,3…)
  • Dificuldade para contar
  • Dificuldade para memorizar fatos numéricos (quantos anos tem)
  • Dificuldade para aprender cantigas infantis com rimas
  • Frases ditas de maneira confusa, com erro de pronúncia das palavras

5. Queixas somáticas
Dores de estômago, ouvido, garganta fazem parte da infância. No entanto, quando a criança se queixa repetidamente de dores vagas, como “não estou me sentindo bem”, vale uma avaliação médica, porque a causa pode ser emocional.
6. Medo excessivo
O medo é normal nessa fase, principalmente entre três e seis anos, ou até mais tarde. Quando o medo passa a interferir no aprendizado, diversão ou em outras atividades é importante investigar.
7. Irritabilidade/nervosismo
Todas as crianças ficam irritadas vez ou outra. As mais novas, com dois ou três anos, podem ter crises de birra. No entanto, faz parte do crescimento aprender a controlar as emoções e os impulsos. Quando a irritabilidade machuca outros, causa problemas escolares e familiares é necessário buscar ajuda, antes que o problema se agrave.
8. Alteração de apetite
Quando ocorre mudança no padrão alimentar de forma súbita e radical (tanto para menos quanto para mais), pode ser sinal de problemas físicos ou emocionais.
9. Regressão de habilidades adquiridas
As habilidades principais como leitura, escrita, linguagem, aritmética, empilhar blocos ou até andar de bicicleta não devem ser “esquecidas”. Caso isso aconteça, é importante descobrir o motivo. Pode ser uma regressão temporária, mas também pode significar algo mais complexo.
10. Fadiga
As crianças são cheias de energia. Letargia e fadiga súbita não são comportamentos naturais dos pequenos. Só mesmo o olhar do especialista para saber se é um problema físico ou emocional.
Para saber mais sobre estes e outros temas, navegue no site do Instituto APAE DE SÃO PAULO. É só clicar aqui.

Fonte: Instituto APAE DE SÃO PAULO.

04/06/2016

Amor de mãe ajuda a desenvolver o cérebro das crianças

Essa é a conclusão de uma pesquisa americana que detectou o impacto desse afeto no crescimento de uma área importante do cérebro, especialmente nos primeiros anos de vida.
A pesquisa foi realizada pela Faculdade de Medicina da Universidade de Washington, com 127 crianças (quando começaram a ir para a escola até a adolescência). Elas passaram por exames de ressonância magnética sistematicamente.
Já as mães gravaram situações em que elas tinham de realizar tarefas estressantes e, ao mesmo tempo, apoiar os filhos em alguma situação, contexto muito comum no dia a dia, que desafia as habilidades maternas.
Mães com bom autocontrole, que fizeram as tarefas e deram a atenção adequada aos seus filhos, foram consideradas mais afetuosas e mais acolhedoras.
Aquelas que ignoravam as crianças ou respondiam com ações punitivas recebiam avaliações menores no aspecto do apoio emocional.
A pesquisa detectou que:
- uma importante área do cérebro da criança, o hipocampo, localizado nos lobos temporais e responsável por habilidades como memória, aprendizado e controle de emoções, cresce duas vezes mais rápido se a mãe demonstra afeto e apoio emocional;
- esse afeto é mais benéfico em crianças com menos de seis anos, provavelmente porque é um período crucial em que a plasticidade do cérebro é maior e ele responde ativamente ao apoio materno.
Confira a matéria completa, publicada na BBC Brasil, e saiba mais sobre a importância do vínculo nos primeiros anos de vida.

01/06/2016

TCE de São Paulo encontra escorpiões e pombo junto de merenda escolar

Em uma inspeção surpresa em 200 escolas no estado, fiscais do Tribunal de Contas do Estado (TCE) de São Paulo encontraram hoje (31) escorpiões e um pombo no mesmo ambiente em que estava a merenda que seria servida aos alunos de um dos estabelecimentos.
A operação também flagrou alimentos vencidos e estocados em salas mofadas. Detalhes da operação serão divulgados ainda hoje (01/06).
A inspeção feita na terça-feira (31/05) verificou a merenda oferecida aos alunos de escolas técnicas, estaduais, municipais e conveniadas. A ação foi feita em 200 unidades de 180 municípios paulistas, incluindo a capital, e ocorreu sem aviso prévio para as instituições.
Foram fiscalizadas a qualidade dos alimentos, a higiene do local e a origem dos produtos. Também foram verificadas a data de validade dos produtos, a quantidade oferecida e a situação das refeições e lanches. Os fiscais observaram ainda a limpeza e a segurança da cozinha, do refeitório e o estoque de produtos nas escolas.

CPI da Merenda
No último dia 25, a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou a instalação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar fraudes em contratos firmados por cooperativas de agricultura familiar e empresas privadas que fornecem merenda. A ação de agentes públicos e políticos no esquema já é alvo de investigação pelo Ministério Público, na Operação Alba Branca.

30/05/2016

A máquina de pequenas histórias


Para incentivar a leitura, uma máquina imprime pequenas histórias para leitores de graça.
A ideia é tão simples e genial quanto parece. É tipo uma vending machine de histórias curtas, e de graça. São apenas 3 botões para que os leitores escolham suas histórias pelo tempo de leitura: 1, 3 ou 5 minutos. E pronto. Clicou, imediatamente a máquina imprime em papel (parecido com aqueles dos extratos das máquinas de banco), com uma história curtinha para você ler.
O objetivo é incentivar a leitura (em papel, porque aí também serve para inibir a compulsão de pegar o celular) em locais como salas de espera de médicos e dentistas, pontos de ônibus, livrarias, salas de aeroportos ou qualquer outro lugar onde as pessoas têm uns minutinhos livres.
A iniciativa é um institucional da agência Short Édition, da França e serve também para apresentar novos autores, todos parte de uma comunidade “Short Édition” que está se formando.


 

Fonte: Imediata Mente